DB1 Global Software
BRENES
Clovis CLI

Seu agente de código escreve rápido. Quem decide o negócio continua sendo você.

O Clovis é a camada de orquestração sobre o agente de código que seu time já usa. Ele distribui o trabalho entre agentes especializados, monta o contexto de cada um e para quando a decisão é sua.

Fluxo spec-driven4 agentes especializadosTudo versionado no repoGate humano em cada etapa
O problema

IA sem governança erra rápido, e você descobre em produção.

Um agente de código sozinho não distingue o que é regra de negócio do que é defeito, nem o que é decisão sua do que é detalhe de implementação. Ele preenche a lacuna com a resposta mais plausível e segue em frente.

Copia o defeito por imitação

O legado tem uma anomalia. Para o agente, aquilo é só o comportamento atual, então ele reproduz. Ou pior: corrige por conta própria, sem ninguém saber que o comportamento mudou.

Respostas plausíveis que não combinam

Cada lacuna ambígua recebe uma escolha razoável, tomada isoladamente. Juntas, elas se contradizem. A incoerência só aparece em produção, como comportamento inesperado.

A regra fica na cabeça de quem leu

O conhecimento de negócio foi extraído do código para gerar a entrega e evaporou junto com a sessão. A documentação, se existir, vem depois, quando já virou dívida.

Apaga o que parece morto

Código sem uso aparente é removido por iniciativa própria. Ninguém confirmou que era mesmo órfão, e ninguém registrou a remoção.

Fronteiras decididas por conveniência

O que é domínio de negócio e o que é camada técnica acaba definido pelo que era mais fácil de gerar naquele prompt, não pelo desenho do negócio.

Nenhum rastro de quem decidiu o quê

O raciocínio vive no histórico de um chat que ninguém revisa e que some ao fim da sessão. Depois não há como auditar a escolha, reaproveitá-la em outro projeto ou saber de quem ela foi.

Nenhum desses problemas é falta de capacidade do modelo. São decisões de produto e de arquitetura que o agente não tinha como tomar, e tomou mesmo assim, porque ninguém desenhou onde ele deveria parar.

O que é o Clovis

Ele decide o que o agente vê, em que ordem, e onde você entra.

O que ele é

  • Uma camada de orquestração sobre um agente de código: distribui o trabalho entre agentes especializados, monta o contexto de cada um, controla a sessão e define o critério de saída.
  • Cada agente trabalha com contexto próprio e limpo. Recebe o que precisa ver para aquele recorte, e nada além.
  • Ler o legado, escrever a documentação e implementar segue sendo trabalho do agente de código.

O que ele não é

  • Não é um scanner. Nenhuma heurística proprietária tenta entender o código no lugar do agente de código.
  • Não é só um chat. A conversa livre existe e é útil, mas é transitória por decisão de projeto: o que direciona o projeto vive em artefato versionado, não no histórico de uma conversa.
  • Não é mais uma IA para contratar. O Clovis orquestra o agente que o seu desenvolvedor já usa no dia a dia.

Onde o resultado fica

Tudo em arquivo de texto, dentro do próprio repositório.

A memória da descoberta e das decisões humanas

O mapa funcional: domínios, dependências e ordem

A documentação autoritativa de cada domínio

As specs, planos, cenários de teste e tarefas de cada unidade de trabalho

O conhecimento fica em arquivo, no Git, revisável em Pull Request e reutilizável pelo próximo agente e pelo próximo desenvolvedor.

O fluxo spec-driven

Quatro agentes. Cada um com uma entrada, um trabalho e uma saída.

O trabalho não vai todo para o mesmo lugar. Cada etapa tem um agente com contexto próprio, e a saída de uma é a entrada da seguinte. Escolha uma etapa para ver o que entra, o que ela faz e o que sai.

Etapa 01

De repositório desconhecido a mapa de domínios de negócio.

Entra

  • O código a analisar, e o caminho do legado quando houver
  • Regras de negócio em projeto novo: texto livre, arquivos, URLs ou espaços de MCP (Jira, Confluence, wiki)
  • Tipo de sistema e restrições críticas: stack-alvo, contratos a preservar, schema fixo, exigência de testes

Faz

  • Investiga o código legado ou a documentação de negócio em várias frentes ao mesmo tempo
  • Correlaciona telas, endpoints, tabelas e regras para identificar bounded contexts: domínios de negócio, não estrutura de pastas
  • Cita evidência de cada inferência e classifica o grau de confiança
  • Escala como decisão tudo que não se sustenta na evidência

Sai

  • O mapa funcional: os domínios, as dependências entre eles e a ordem de implementação sugerida
  • A memória da descoberta: restrições declaradas e o registro das decisões humanas, que têm precedência sobre o comportamento do código para todos os agentes seguintes
  • A lista de domínios a documentar e as skills técnicas a gerar
Por que ele muda o resultado

Cinco decisões de projeto, e o que cada uma evita.

Escala em vez de supor

O que não se sustenta na evidência vira pergunta, não palpite. Foram 39 pontos ambíguos elevados ao humano nos três projetos, e nenhuma dessas perguntas atrasou a entrega.

  • 39 decisões escaladas
  • 0 atraso

Contexto limpo por agente

Cada agente recebe o recorte dele e nada além. É o que evita o agente perder o fio no meio de um domínio grande e o que mantém a resposta previsível.

Conhecimento em arquivo, não em chat

Spec, plano, tarefas e decisões vivem no repositório e passam por Pull Request, como qualquer outra mudança. O histórico de uma conversa não passa por revisão e não sobrevive à sessão.

Documentação antes da implementação

O domínio é documentado a fundo antes de virar código, e é dessa documentação que a spec sai. Por isso não sobra débito de documentação no fim do ciclo.

Não substitui o seu agente

O Clovis orquestra o agente de código que o time já usa. O desenvolvedor continua na ferramenta dele, e a sua empresa não aprova mais uma assinatura de IA para isso funcionar.

Fora do fluxo

Três ferramentas que você usa a qualquer momento, sem entrar no fluxo.

Conversa livre

Conversa aberta com o agente de código, sem fluxo estruturado e sem pré-requisito de descoberta.


  • Modo agente: sem restrição, investiga, edita e roda comandos
  • Modo plano: somente leitura, apresenta um plano para você revisar antes de mandar executar
  • Transitória: a conversa não é gravada, e sair descarta o histórico

Code review

Revisa duas branches locais ou um Pull Request, rodando os checks do projeto.


  • Levanta achados estruturados a partir dos checks do projeto
  • Você escolhe quais publicar no PR e pode ajustar o texto de cada comentário
  • No modo local, consolida os achados em arquivo fora do versionamento

Criar Pull Request

O agente analisa o diff entre as branches e detecta o provedor de hospedagem.


  • Usa o template de PR do projeto quando existe, e gera título e corpo
  • Publica só após aprovação e devolve a URL do PR
  • Também acessível como atalho ao fechar um lote na implementação

Pré-requisito único: um agente configurado

Nenhum dos três exige descoberta, documentação ou especificação prévia. Dá para entrar em um projeto qualquer e usar só a ferramenta de que você precisa. A disciplina é a mesma do fluxo: o agente investiga, escala o que não consegue decidir e só age depois da sua resposta.

A prova

Três projetos reais, três pontos de partida diferentes.

Os clientes estão anonimizados; os números vêm do material original. Cada case traz o prazo e também as decisões em que o agente parou para perguntar antes de seguir.

Case ACerca de 1 mês de uma dupla pelo caminho convencional.

Modernização de legado

Um sistema em SilverStream, com o código-fonte guardado dentro do banco de dados, reescrito em monorepo TypeScript.

3

dias de trabalho

4

domínios entregues

21

tarefas concluídas

4

decisões escaladas

O ponto de partida

  • Backend Java e frontend HTML armazenados como registros em tabelas do banco. Não havia repositório para clonar nem arquivo para abrir.
  • O modelo de dados de negócio vive em um banco com 4 schemas; o código legado, em outro.
  • Restrições declaradas: schema preservado, fluxo de telas compatível com o legado e cobertura de testes acima de 95%.

O alvoMonorepo TypeScript: Node/Express com SQL Server e Clean Architecture, frontend React/Vite com Tailwind.

O diferencial do trabalho

  • Leu as classes Java e as páginas HTML de dentro das tabelas do banco e reconstruiu os dois fluxos de tela, ligando cada tela às views e tabelas que ela consulta.
  • Documentou cada domínio antes de implementar: schema, validações campo a campo, mensagens e casos de borda. Com as técnicas, o repositório fecha com 33 skills.
  • 42 arquivos de teste, cerca de 1 para cada 6 de código, escritos junto e não depois.
  • 70 documentos versionados, cerca de 13,7 mil linhas.

A decisão que subiu para o humano

A anomalia que não foi copiada nem corrigida em silêncio

Ao documentar, o agente achou um defeito do legado: salvar uma resposta de múltipla escolha apagava as respostas de todos os egressos para aquela pergunta e reinseria só as de quem estava respondendo. Ele não reproduziu por imitação nem consertou por conta própria. Escalou, virou três caminhos e uma espera. A decisão humana foi escopar a exclusão a quem responde, e a documentação guarda o contraste com o legado para que ninguém o recopie.

Sem governança: O agente teria replicado o defeito por imitação, ou o corrigido em silêncio, sem ninguém saber. A regra de negócio continuaria só na cabeça de quem leu o código.

Case BCerca de 3 semanas de uma dupla pelo caminho convencional.

O schema como requisito

Um schema de banco de dados como única fonte de requisitos, virando backend e frontend completos.

2

dias de trabalho

3

domínios entregues

24

tarefas concluídas

7

decisões escaladas

O ponto de partida

  • Um único schema com 4 tabelas: compromissos de doação, seus tipos, estados e status.
  • Nenhum documento de requisito, história de usuário ou tela de referência. O comportamento esperado só existia implícito nas colunas e nas constraints.
  • Do lado do código, apenas o esqueleto das duas stacks: nada de domínio, autenticação ou regra de negócio.

O alvoBackend .NET 10 com EF Core e SQL Server em clean architecture, frontend Angular 22 com Angular Material.

O diferencial do trabalho

  • Buscou evidência nos arquivos de configuração para sustentar o que afirmava sobre stack, comandos e estrutura, em vez de supor pelo nome das pastas.
  • Deixou as ambiguidades marcadas como pendentes até a resposta humana, em vez de resolvê-las por conta própria.
  • Cada spec declara o que já existe e o que falta; cada cenário de teste sai com identificador próprio e resultado esperado explícito.
  • 66 arquivos de teste e 98 cenários amarrados às tarefas que os originaram, e 116 documentos versionados.

A decisão que subiu para o humano

A entidade que o schema não previa

Cada compromisso de doação apontava para a pessoa que doou, mas essa tabela não existia no schema. O agente não inventou a entidade nem ignorou a referência: escalou. A decisão humana foi criá-la com a chave estrangeira, o que acrescentou um domínio inteiro ao projeto. Outras lacunas seguiram o mesmo caminho: se o valor mínimo da categoria orienta ou barra, o que o sistema faz com a marca de recorrência, e como guardar as senhas.

Sem governança: Quatro lacunas do schema receberiam quatro respostas plausíveis e desencontradas entre si. A entidade que faltava seria inventada ou ignorada, e a escolha de uma dependência central seria feita por inércia.

Case CPrevisão formal do projeto: 3 meses com 5 pessoas.

Evolução de sistema em operação

Uma plataforma de saneamento já em uso, adaptada para white-label: cinco aplicações do mesmo cliente, tratadas em paralelo.

1

mês, de 3 previstos

5

aplicações entregues

46

specs geradas

28

decisões escaladas

O ponto de partida

  • Plataforma já em produção que precisava passar a operar como white-label.
  • 5 aplicações do mesmo cliente a tratar em paralelo, com decisões de arquitetura valendo em todas ao mesmo tempo.
  • Previsão formal do projeto: 3 meses para um time de 5 pessoas.

O alvoExecutado no modelo AI First da DB1 com 2 desenvolvedores e 1 tech lead acompanhando, em 1 mês.

O diferencial do trabalho

  • Mapa funcional por aplicação, deixando explícito o que cada uma faz e como se ligam entre si.
  • 46 specs versionadas nas cinco aplicações, todas no mesmo formato: especificação, plano e tarefas.
  • Cerca de 163 decisões técnicas do agente registradas nos planos, cada uma com a justificativa à vista.
  • A partir da terceira semana foi possível seguir com 1 desenvolvedor e o tech lead.

A decisão que subiu para o humano

Achou código morto e não apagou

Toda vez que encontrou código sem uso, o Clovis perguntou: remover agora ou registrar como dívida técnica para remover depois? Nenhuma remoção aconteceu por iniciativa própria, mesmo com evidência de que o código não era usado. Das 28 decisões, 9 definiram fronteira entre domínio de negócio e camada técnica, e 6 foram transversais de arquitetura white-label, valendo nas cinco aplicações ao mesmo tempo.

Sem governança: Código morto apagado sem ninguém confirmar, fronteiras de domínio decididas por conveniência do modelo, e o conhecimento de cinco aplicações espalhado sem correlação nem rastro de quem decidiu o quê.

Os prazos convencionais dos cases A e B são estimativa de referência para o escopo entregue. O do case C é a previsão formal do projeto.

Os três juntos

A velocidade apareceu. A decisão continuou humana.

A velocidade que apareceu

  • Case A~1 mês de uma dupla3 dias de trabalho
  • Case B~3 semanas de uma dupla2 dias de trabalho
  • Case C3 meses com 5 pessoas1 mês com 3

A decisão que continuou humana

  • 39 pontos ambíguos viraram pergunta ao humano nos três projetos
  • Regra de negócio, fronteira de domínio, defeito de legado e escolha de arquitetura: nenhum foi resolvido por suposição
  • Nenhuma dessas perguntas atrasou a entrega

A velocidade não veio de afrouxar a supervisão. Veio de tirar do caminho o trabalho de contexto, investigar, documentar e especificar, que é o que consome o tempo de quem decide. O humano entra onde a decisão é dele, e o que ele decide vira regra escrita, versionada junto do código.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar

O Clovis substitui o agente de código que a gente já usa?

Não. Ele orquestra o agente que o seu time já usa. Ler o legado, escrever a documentação e implementar continua sendo trabalho do agente de código; o Clovis decide o que ele vê, em que ordem, e onde você entra. O pré-requisito é justamente ter um agente configurado.

Preciso rodar o fluxo inteiro para usar?

Não. Conversa livre, code review e criar Pull Request funcionam fora do fluxo e não exigem descoberta, documentação ou especificação prévia. Dá para entrar em um projeto qualquer e usar só a ferramenta de que você precisa naquele momento.

Quanta supervisão isso exige do time?

A supervisão acontece onde a decisão é sua, e não a cada linha gerada. Investigação, documentação, especificação e implementação chegam prontas para revisão, com o raciocínio à vista. Nos três projetos foram 39 decisões escaladas ao todo, e nenhuma atrasou a entrega.

Onde fica o que ele produz? Some quando a sessão fecha?

Fica no repositório, em arquivo de texto versionado: mapa funcional, memória da descoberta, documentação por domínio, specs, planos, cenários de teste e tarefas. Passa por Pull Request como qualquer outra mudança. A conversa livre é o único artefato transitório, e isso é decisão de projeto.

Funciona em legado sem documentação nenhuma?

É o caso mais comum. Em um dos projetos o código-fonte estava guardado dentro de tabelas do banco, sem repositório para clonar. O agente de Descoberta investiga, correlaciona telas, endpoints e tabelas para identificar domínios de negócio, cita evidência de cada inferência e escala o que não se sustenta.

E quando ele encontra um defeito no legado?

Ele não reproduz por imitação nem corrige por conta própria. Apresenta os caminhos possíveis e espera a sua decisão. Foi o que aconteceu com uma exclusão indevida de respostas em um dos cases: a decisão humana entrou na documentação junto com o contraste com o legado, para que ninguém recopie o defeito depois.

Dá para trabalhar em várias aplicações ao mesmo tempo?

Sim. Em um dos projetos foram cinco aplicações do mesmo cliente em paralelo, com decisões de arquitetura valendo nas cinco ao mesmo tempo, sem perder o rastro de quem decidiu o quê em qual frente.

Ver funcionando

Traga um repositório seu. A gente roda a Descoberta em cima dele.

Uma conversa técnica com o CLI rodando. Você vê o mapa funcional saindo do seu próprio código e as primeiras decisões subindo para você, em vez de ver slide.

Bate-papo técnico

Traga seu problema difícil. A gente traz a engenharia.

Uma conversa entre gente técnica sobre o seu contexto: o que trava hoje, o que já foi tentado e o que a Engenharia Agêntica muda no seu caso. Sem apresentação institucional.

  • Você escolhe o horário na agenda, sem ida e volta de e-mail.
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