A estimativa encolheu e o custo mudou porque o trabalho mudou.
Foco no que gera mais valor
A maior parte do esforço de um projeto nunca esteve em escrever código. Está em investigar o legado, correlacionar regras, documentar domínio e especificar. É esse trabalho que o Clovis tira da frente do time, permitindo que ele se concentre no que realmente importa.
Escopo fechado com menor risco
Com o Clovis fica muito mais fácil ter escopo fechado, porque o que não se sustenta na evidência vira pergunta, não palpite. O time não precisa adivinhar o que o legado faz nem o que o negócio quer: ele sabe, e registra, antes de implementar.
Você compra valor, não horas
O que entregamos é valor para o seu negócio, com engenharia de altíssima qualidade. Software não é hora de trabalho: é comportamento que resolve problema real. O Clovis garante que o que você paga é o que você recebe, e não horas gastas em suposições.
A forma de construir software mudou. Não foi adaptada, não foi complementada, foi reinventada. O Clovis garante o que o seu time precisa para entregar performance com IA sem perder qualidade nem o controle das decisões técnicas e de negócio.
Usar IA sem governança é delegar decisões do seu negócio para quem você não controla.
Um agente de código sozinho não distingue o que é regra de negócio do que é defeito, nem o que é decisão sua do que é detalhe de implementação. Ele preenche a lacuna com a resposta mais plausível e segue em frente.
Copia o defeito por imitação
O legado tem uma anomalia. Para o agente, aquilo é só o comportamento atual, então ele reproduz. Ou pior: corrige por conta própria, sem ninguém saber que o comportamento mudou.
Respostas plausíveis que não combinam
Cada lacuna ambígua recebe uma escolha razoável, tomada isoladamente. Juntas, elas se contradizem. A incoerência só aparece em produção, como comportamento inesperado.
A regra fica na cabeça de quem leu
O conhecimento de negócio foi extraído do código para gerar a entrega e evaporou junto com a sessão. A documentação, se existir, vem depois, quando já virou dívida.
Apaga o que parece morto
Código sem uso aparente é removido por iniciativa própria. Ninguém confirmou que era mesmo órfão, e ninguém registrou a remoção.
Fronteiras decididas por conveniência
O que é domínio de negócio e o que é camada técnica acaba definido pelo que era mais fácil de gerar naquele prompt, não pelo desenho do negócio.
Nenhum rastro de quem decidiu o quê
O raciocínio vive no histórico de um chat que ninguém revisa e que some ao fim da sessão. Depois não há como auditar a escolha, reaproveitá-la em outro projeto ou saber de quem ela foi.
Nenhum desses problemas é falta de capacidade do modelo. São decisões de produto e de arquitetura que o agente não tinha como tomar, e tomou mesmo assim, porque ninguém desenhou onde ele deveria parar.
Desenvolvimento com IA descomplicado, padronizado e com governança na sua mão.
O que ele é
- Uma camada de orquestração sobre um agente de código: distribui o trabalho entre agentes especializados, monta o contexto de cada um, controla a sessão e define o critério de saída.
- Cada agente trabalha com contexto próprio e limpo. Recebe o que precisa ver para aquele recorte, e nada além.
- Ler o intent, escrever a documentação e implementar segue sendo trabalho do agente de código.
O que ele não é
- Não é um scanner. Nenhuma heurística proprietária tenta entender o código no lugar do agente de código.
- Não é só um chat. A conversa livre existe e é útil, mas é transitória por decisão de projeto: o que direciona o projeto vive em artefato versionado, não no histórico de uma conversa.
- Não é mais uma IA para contratar. O Clovis orquestra o agente que o seu desenvolvedor já usa no dia a dia.
Onde o Clovis entra
Você
Decide o que o agente não tem como decidir: regra de negócio, fronteira de domínio, o que fazer com um defeito do legado.
Clovis
Distribui o trabalho entre agentes especializados, monta o contexto de cada um e define onde parar para perguntar.
Seu agente de código
O que o seu desenvolvedor já usa. Continua sendo quem lê o legado, escreve a documentação e implementa.
Seu repositório
Onde o resultado fica: documentação, specs, planos, cenários de teste e decisões, versionados e revisáveis em Pull Request.
O Clovis fica entre você e o agente, não no lugar dele. É por isso que adotar não exige trocar de ferramenta nem aprovar mais uma assinatura de IA.
Onde o resultado fica
Artefatos padronizados e versionados diretamente no seu repositório.
A memória da descoberta e das decisões humanas
O mapa funcional: domínios, dependências e ordem
A documentação autoritativa de cada domínio
As specs, planos, cenários de teste e tarefas de cada unidade de trabalho
O conhecimento fica em arquivo, no Git, revisável em Pull Request e reutilizável pelo próximo agente e pelo próximo desenvolvedor.
DB1 AI Squad. Um SDLC completo, em quatro níveis de agentes especializados.
Clovis funciona como um squad completo. Cada etapa do trabalho é executado por agentes com contexto próprio, gerando insumos para a próxima etapa, em um processo contínuo de desenvolvimento.
Etapa 01
De uma intenção abstrata ao mapa de domínios de negócio.
Entra
- O código a analisar, e o caminho do legado quando houver
- Regras de negócio e documentação: texto livre, arquivos, URLs ou espaços de MCP (Jira, Confluence, wiki)
- Tipo de sistema e restrições críticas: stack-alvo, contratos a preservar, schema fixo, exigência de testes
Faz
- Investiga o código legado ou a documentação de negócio em várias frentes ao mesmo tempo
- Correlaciona telas, endpoints, tabelas e regras para identificar bounded contexts: domínios de negócio, não estrutura de pastas
- Cita evidência de cada inferência e classifica o grau de confiança
- Escala como decisão tudo que não se sustenta na evidência
Sai
- O mapa funcional: os domínios, as dependências entre eles e a ordem de implementação sugerida
- A memória da descoberta: restrições declaradas e o registro das decisões humanas, que têm precedência sobre o comportamento do código para todos os agentes seguintes
- A lista de domínios a documentar e as skills técnicas a gerar
Cinco níveis de controle. Cinco problemas evitados.
Escala em vez de supor
O que não se sustenta na evidência vira pergunta, não palpite. Foram 39 pontos ambíguos elevados ao humano nos três projetos, e nenhuma dessas perguntas atrasou a entrega.
- 39 decisões escaladas
- 0 atraso
Contexto limpo por agente
Cada agente recebe o recorte dele e nada além. É o que evita o agente perder o fio no meio de um domínio grande e o que mantém a resposta previsível.
Conhecimento em arquivo, não em chat
Spec, plano, tarefas e decisões vivem no repositório e passam por Pull Request, como qualquer outra mudança. O histórico de uma conversa não passa por revisão e não sobrevive à sessão.
Documentação antes da implementação
O domínio é documentado a fundo antes de virar código, e é dessa documentação que a spec sai. Por isso não sobra débito de documentação no fim do ciclo.
Não substitui o seu agente
O Clovis orquestra o agente de código que o time já usa. O desenvolvedor continua na ferramenta dele, e a sua empresa não aprova mais uma assinatura de IA para isso funcionar.
Quatro ferramentas que você pode usar a qualquer momento, sem entrar no fluxo.
Conversa livre
Conversa aberta com o agente de código, sem fluxo estruturado e sem pré-requisito de descoberta.
- Modo agente: sem restrição, investiga, edita e roda comandos
- Modo plano: somente leitura, apresenta um plano para você revisar antes de mandar executar
- Transitória: a conversa não é gravada, e sair descarta o histórico
Modo descoberta
O agente levanta escopo e critérios de aceite com você e registra decisões técnicas para escalar ao tech lead.
- Comece pela necessidade, mesmo que vaga.
- O agente faz perguntas curtas até fechar lacunas; “não sei” vira pendência.
- Com o documento pronto, você pode salvar, publicar (Confluence, Azure DevOps Wiki, Jira) ou refinar.
Code review
Revisa duas branches locais ou um Pull Request, rodando os checks do projeto.
- Levanta achados estruturados a partir dos checks do projeto
- Você escolhe quais publicar no PR e pode ajustar o texto de cada comentário
- No modo local, consolida os achados em arquivo fora do versionamento
Criar Pull Request
O agente analisa o diff entre as branches e detecta o provedor de hospedagem.
- Usa o template de PR do projeto quando existe, e gera título e corpo
- Publica só após aprovação e devolve a URL do PR
- Também acessível como atalho ao fechar um lote na implementação
Pré-requisito único: um agente configurado
Nenhum dos três exige descoberta, documentação ou especificação prévia. Dá para entrar em um projeto qualquer e usar só a ferramenta de que você precisa. A disciplina é a mesma do fluxo: o agente investiga, escala o que não consegue decidir e só age depois da sua resposta.
Um cliente que você conhece, e três projetos abertos por dentro.
A BRK usa o Clovis em produção, e o case está publicado com nome e número. Os três projetos que vêm depois seguem anonimizados, como no material original: cada um traz o ponto de partida, o prazo e as decisões em que o agente parou para perguntar antes de seguir.
Cliente nomeado
Um técnico, um copiloto e um portal migrado.
A migração começou com um único técnico especialista apoiado pelo CLI Clovis, que amplifica a atuação do engenheiro em vez de substituí-la. Correu 4x mais rápido que no método tradicional, por 60% do custo, sem concessão nos padrões esperados de um serviço do qual 16 milhões de pessoas dependem.
Outros cases
A velocidade apareceu. O custo baixou. A governança se fortaleceu.
A velocidade que apareceu e o custo que baixou.
- Case BRK4 meses com 5 pessoas1 mês com 3 pessoas
- Case A~1 mês de uma dupla3 dias de trabalho de 1 pessoa
- Case B~3 semanas de uma dupla2 dias de trabalho de 1 pessoa
A governança que se fortaleceu.
- 39 pontos ambíguos viraram pergunta ao humano nos três projetos
- Regra de negócio, fronteira de domínio, defeito de legado e escolha de arquitetura: nenhum foi resolvido por suposição
- Nenhuma dessas perguntas atrasou a entrega
A velocidade não veio de afrouxar a supervisão. Veio de tirar do caminho o trabalho de contexto, investigar, documentar e especificar, que é o que consome o tempo de quem decide. O humano entra onde a decisão é dele, e o que ele decide vira regra escrita, versionada junto do código.
O que costumam perguntar
O Clovis substitui o agente de código que a gente já usa?
Não. Ele orquestra o agente que o seu time já usa. Ler o legado, escrever a documentação e implementar continua sendo trabalho do agente de código; o Clovis decide o que ele vê, em que ordem, e onde você entra. O pré-requisito é justamente ter um agente configurado.
Em que o Clovis é diferente do Copilot, do Cursor ou do Claude Code?
Essas ferramentas são o agente de código, e o Clovis roda em cima delas. A diferença não está em escrever código melhor, está em onde o trabalho para. Um agente sozinho recebe o pedido e devolve a entrega, com o raciocínio vivendo no histórico de uma conversa que ninguém revisa e que some ao fim da sessão. O Clovis divide o trabalho entre agentes especializados, monta o contexto de cada um, escala ao humano o que não se sustenta na evidência e deixa documentação, spec, plano, tarefas e decisões em arquivo versionado no seu repositório. O seu desenvolvedor continua na ferramenta dele.
Se a gente parar de usar o Clovis, o que fica com a nossa empresa?
Tudo o que ele produziu, porque nada disso vive dentro dele. Mapa funcional, documentação por domínio, specs, planos, cenários de teste, tarefas e o registro das decisões humanas são arquivos de texto versionados no seu repositório, revisados em Pull Request como qualquer outra mudança. A documentação de domínio é agnóstica de framework e de biblioteca por decisão de projeto, então continua valendo para o próximo desenvolvedor e para qualquer outro agente que entre no projeto.
Preciso rodar o fluxo inteiro para usar?
Não. Conversa livre, code review e criar Pull Request funcionam fora do fluxo e não exigem descoberta, documentação ou especificação prévia. Dá para entrar em um projeto qualquer e usar só a ferramenta de que você precisa naquele momento.
Quanta supervisão isso exige do time?
A supervisão acontece onde a decisão é sua, e não a cada linha gerada. Investigação, documentação, especificação e implementação chegam prontas para revisão, com o raciocínio à vista. Nos três projetos foram 39 decisões escaladas ao todo, e nenhuma atrasou a entrega.
Onde fica o que ele produz? Some quando a sessão fecha?
Fica no repositório, em arquivo de texto versionado: mapa funcional, memória da descoberta, documentação por domínio, specs, planos, cenários de teste e tarefas. Passa por Pull Request como qualquer outra mudança. A conversa livre é o único artefato transitório, e isso é decisão de projeto.
Funciona em legado sem documentação nenhuma?
É o caso mais comum. Em um dos projetos o código-fonte estava guardado dentro de tabelas do banco, sem repositório para clonar. O agente de Descoberta investiga, correlaciona telas, endpoints e tabelas para identificar domínios de negócio, cita evidência de cada inferência e escala o que não se sustenta.
E quando ele encontra um defeito no legado?
Ele não reproduz por imitação nem corrige por conta própria. Apresenta os caminhos possíveis e espera a sua decisão. Foi o que aconteceu com uma exclusão indevida de respostas em um dos cases: a decisão humana entrou na documentação junto com o contraste com o legado, para que ninguém recopie o defeito depois.
Dá para trabalhar em várias aplicações ao mesmo tempo?
Sim. Em um dos projetos foram cinco aplicações do mesmo cliente em paralelo, com decisões de arquitetura valendo nas cinco ao mesmo tempo, sem perder o rastro de quem decidiu o quê em qual frente.
Traga um repositório seu. A gente roda a Descoberta em cima dele.
Uma conversa técnica com o CLI rodando. Você vê o mapa funcional saindo do seu próprio código e as primeiras decisões subindo para você, em vez de ver slide.

