Sua empresa cobra performance, mas seus processos ainda travam. Destrave os gargalos e melhore a eficiência do seu time.
É o cenário mais comum em TI que cresce ou troca de plataforma: as squads entregam, o Jira está lá, o processo existe no papel. Mas ninguém sabe dizer onde a demanda para, quanto tempo leva e por que atrasou.
Não consigo medir meu time de forma objetiva
Baixa performance nas entregas
Gargalos que travam o fluxo de desenvolvimento (lead time longo)
Baixa qualidade das entregas
Implantei metodologia ágil, mas não funciona
Problemas de entendimento do negócio
Uma TI que se explica em números, para quem decide.
O assessment termina quando a liderança sabe onde está, o que muda primeiro e como vai acompanhar. Com o mapa e o plano escritos.
Prazo e previsibilidade à vista
Indicadores de fluxo e de entrega no prazo por squad, tirados do Jira que você já usa, num painel mensal que as áreas de negócio também leem.
Espaço protegido para qualidade
Capacity reservada para débito técnico, QA também na sustentação e critério claro de passagem entre quem constrói e quem mantém.
Um plano que cabe no seu time
Mudanças em ondas que o time absorve: quick wins primeiro e movimentos estruturantes depois, com os primeiros passos definidos.
Custo e retorno por demanda
Com horas apontadas, cada entrega ganha custo real. A TI passa a discutir orçamento próprio e retorno, em vez de rateio e percepção.
Papéis e parceiros no lugar certo
Quem decide o quê entre time interno e terceirizados, onde estão os gargalos de PO e analista, e o que consolidar entre fornecedores.
Três etapas. Um gate humano em cada uma.
Duração e agenda saem da primeira conversa. Nada avança sem o aceite de quem responde pela TI.
Imersão e diagnóstico
Acompanhamos cerimônias, Jira e Confluence e ouvimos cada papel, interno ou terceirizado.
Fica com vocêGate · Time reconhece o que foi observado- Registro do que foi observado
- Primeiros pontos de atenção validados com o time
Mapa e recomendações
Maturidade nos cinco pilares, os gargalos do fluxo e o que atacar primeiro.
Fica com vocêGate · Liderança valida o diagnóstico- Relatório com o mapa de maturidade
- Recomendações em quick wins e estruturantes
Plano para mudança
Fases com foco, ações e resultado esperado, e os primeiros passos definidos.
Fica com vocêGate · Patrocinador assina o plano- Plano em fases com indicadores
- Primeiros passos definidos com o patrocinador
No mercado financeiro: enxergar antes de escalar.
Gestora de recursosCliente confidencial
Imersão em 2026
A gestora atende várias frentes de negócio, entre fundos, gestão de patrimônio e produtos de crédito em implantação. Ao mesmo tempo, troca de plataforma: o sistema central dá lugar a uma nova ferramenta e passa a ser a base de um Data Lake. Duas squads, de sustentação e de novas features, com parceiros de outsourcing.
O que encontramos
- Base sólida: squads com papéis claros, DOR e DOD definidos, QA dedicado em novas features e visão de arquitetura alinhada à estratégia de dados.
- Sem indicadores de fluxo, prazo ou qualidade, e sem apontamento de horas: não havia como comparar estimado com realizado nem calcular retorno por entrega.
- Orçamento da TI rateado entre as áreas, o que mistura quem paga com quem tem prioridade.
- PO e analista de negócio divididos entre as duas squads, com o time técnico absorvido pelo discovery e sem espaço para débito técnico. Recomendamos proteger de 15 a 20% da capacity.
- Passagem de obra entre construção e sustentação sem critério formal, e sustentação sem QA dedicado.
- Roadmap anual refeito ao longo do ano sem ritual de repriorização, e retrospectivas sem a presença do time interno.
Um cenário comum em TI em transição, com base suficiente para evoluir: começar por enxergar para depois decidir, e decidir por evidência para depois escalar.
Medir a TI todo mundo oferece. A diferença é sentar com o time e deixar um plano.
Plataforma de métricas mostra o que já está nos sistemas. Avaliação de modelo dá um nível contra uma norma. Nenhuma das duas diz o que o seu time faz na segunda-feira.
Três formatos. Do retrato ao acompanhamento.
Comece pelo assessment. Se quiser apoio para aplicar, a Fundação vem junto. Para a TI que vai crescer ou trocar de plataforma, o programa acompanha a mudança com revisão mensal.
Assessment
Para quem: Liderança de TI que precisa de um retrato honesto antes de decidir.
Imersão, mapa e plano
- Imersão nas cerimônias, no Jira e no Confluence
- Entrevistas com time interno e parceiros
- Mapa de maturidade nos cinco pilares
- Recomendações em quick wins e estruturantes
- Plano em fases para a mudança, com os primeiros passos
Assessment + Fundação
Para quem: Quem quer sair do relatório com os indicadores já rodando.
Assessment e primeira fase do plano acompanhada
- Tudo do Assessment
- Apontamento de horas configurado e treinado
- Painel de fluxo e entrega no prazo por squad
- Cerimônias e passagem entre squads ajustadas
- Revisão do plano ao fim da primeira fase
Programa de Excelência
Para quem: TI em expansão ou transição de plataforma, que precisa escalar sem perder o controle.
Acompanhamento contínuo, com revisão mensal
- Tudo do Assessment + Fundação
- Consolidação de qualidade, custos e papéis
- Expansão do time pelo método IA First
- Revisão mensal com a liderança e as áreas de negócio
Escopo, duração e preço saem da primeira conversa, a partir do número de squads, parceiros e frentes de negócio.
Avaliamos processos de TI com o mesmo rigor com que o nosso é avaliado por quem é de fora.
Processo medido. Agora é escalar.
Antes de começar.
Isso é uma avaliação oficial CMMI ou MPS.BR?
Não. Uma avaliação oficial dá um nível contra o modelo e é conduzida por avaliador credenciado. O nosso assessment usa a experiência de quem é avaliado nesses modelos (somos CMMI DEV/3 e MPS.BR nível C) para entregar um plano prático. Se a certificação for o objetivo, o assessment ajuda a preparar o caminho.
Apontar horas não é microgerenciar o time?
O apontamento serve para saber quanto custou cada entrega e comparar estimado com realizado, não para avaliar pessoas. A própria pesquisa DORA desaconselha usar métrica como meta individual ou para ranquear times, e seguimos essa linha. O dado é da squad e da demanda.
Nosso time é terceirizado. Faz sentido?
Faz, e é onde mais aparece valor. Avaliamos time interno e parceiros com o mesmo critério, inclusive quem decide o quê entre eles, como as cerimônias são conduzidas e como é a passagem entre squads. A recomendação pode incluir consolidar fornecedores.
Por que reservar capacity para débito técnico?
Porque, sem proteção, discovery e urgências consomem todo o tempo do time técnico e o sistema fica mais caro de manter. No caso da gestora de recursos desta página, recomendamos de 15 a 20% da capacity da squad de novas features, blindada contra interrupções.
Onde entra a IA?
Na fase de escala. Com o fluxo medido e a qualidade protegida, a expansão do time segue o método IA First do SDLC Agêntico: agentes de código com revisão humana. Pôr IA antes de medir só deixa mais rápido um fluxo que ninguém enxerga.
Como vocês tratam o acesso aos nossos sistemas e dados?
Pedimos só leitura do Jira e do Confluence e acesso às cerimônias. Trabalhamos sob processo certificado ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701, com acordo de confidencialidade. Por isso, o caso desta página aparece sem o nome do cliente.




