ConsultoriaAssessment de engenharia e TI

Processos de TI

Feito porAvaliadores de processoEngenheiros de software26 anos de DB1

Sua empresa decide por número. A sua TI ainda decide por percepção. Primeiro enxergar. Depois decidir.

Dentro do seu time, observamos como a TI entrega de verdade e medimos a maturidade em cinco pilares. Você sai com o mapa, as recomendações e um plano para a mudança, desenhado para a realidade da sua empresa.

Como o assessment aconteceDentro do seu time
  1. 01
    Imersão e diagnóstico

    Acompanhamos cerimônias, Jira e Confluence e ouvimos cada papel, interno ou terceirizado.

    Avaliadores DB1Squads e parceiros
  2. 02
    Mapa e recomendações

    Maturidade nos cinco pilares, gargalos e o que fazer, em quick wins e estruturantes.

    Avaliadores DB1Tech Lead e PO
  3. 03
    Plano para mudança

    Fases com foco, ações e resultado esperado, e os primeiros passos definidos.

    Avaliador líderSeu patrocinador

O relatório e o plano ficam com você. Aplique com quem quiser.

26 anosentregando software sob processo avaliado por fora
CMMI DEV/3avaliação externa do nosso próprio processo
MPS.BR Cmaturidade em processos de software no modelo brasileiro
93%das nossas entregas no prazo
Dores que escutamos no mercado

Sua empresa cobra performance, mas seus processos ainda travam. Destrave os gargalos e melhore a eficiência do seu time.

É o cenário mais comum em TI que cresce ou troca de plataforma: as squads entregam, o Jira está lá, o processo existe no papel. Mas ninguém sabe dizer onde a demanda para, quanto tempo leva e por que atrasou.

Entregas nunca acontecem no prazo

Não consigo medir meu time de forma objetiva

Baixa performance nas entregas

Gargalos que travam o fluxo de desenvolvimento (lead time longo)

Baixa qualidade das entregas

Implantei metodologia ágil, mas não funciona

Problemas de entendimento do negócio

Nada disso se resolve com ferramenta nova. Na maior parte dos casos, os dados já estão no Jira esperando uma regra.
O que você leva

Uma TI que se explica em números, para quem decide.

O assessment termina quando a liderança sabe onde está, o que muda primeiro e como vai acompanhar. Com o mapa e o plano escritos.

01

Prazo e previsibilidade à vista

Indicadores de fluxo e de entrega no prazo por squad, tirados do Jira que você já usa, num painel mensal que as áreas de negócio também leem.

CMMI DEV/3processo que medimos é o que seguimos
02

Espaço protegido para qualidade

Capacity reservada para débito técnico, QA também na sustentação e critério claro de passagem entre quem constrói e quem mantém.

97%de acerto de primeira
03

Um plano que cabe no seu time

Mudanças em ondas que o time absorve: quick wins primeiro e movimentos estruturantes depois, com os primeiros passos definidos.

04

Custo e retorno por demanda

Com horas apontadas, cada entrega ganha custo real. A TI passa a discutir orçamento próprio e retorno, em vez de rateio e percepção.

05

Papéis e parceiros no lugar certo

Quem decide o quê entre time interno e terceirizados, onde estão os gargalos de PO e analista, e o que consolidar entre fornecedores.

Definição

O que é a Consultoria de Processos?

Consultoria de Processos é o assessment da TI e da engenharia: ver como o time entrega, medir a maturidade e transformar isso num plano. Quem avalia é uma empresa de software que também é avaliada. Com você, nós

  • Observamos o time trabalhandoCerimônias, Jira, Confluence e conversa com cada papel.
  • Medimos a maturidade em cinco pilaresOperações, Pessoas, Performance, Qualidade e Custos.
  • Escrevemos o planoQuick wins, estruturantes e os primeiros passos.

Assessment não é evento único. É o começo de uma trilha com revisão mensal. Começar por enxergar para depois decidir, e decidir por evidência para depois escalar.

Na fase de escala, a expansão do time segue o método IA First, com agentes de código e revisão humana.Conheça o SDLC Agêntico

Como trabalhamos

Três etapas. Um gate humano em cada uma.

Duração e agenda saem da primeira conversa. Nada avança sem o aceite de quem responde pela TI.

  1. Imersão e diagnóstico

    Acompanhamos cerimônias, Jira e Confluence e ouvimos cada papel, interno ou terceirizado.

    Fica com você
    • Registro do que foi observado
    • Primeiros pontos de atenção validados com o time
    Gate · Time reconhece o que foi observado
  2. Mapa e recomendações

    Maturidade nos cinco pilares, os gargalos do fluxo e o que atacar primeiro.

    Fica com você
    • Relatório com o mapa de maturidade
    • Recomendações em quick wins e estruturantes
    Gate · Liderança valida o diagnóstico
  3. Plano para mudança

    Fases com foco, ações e resultado esperado, e os primeiros passos definidos.

    Fica com você
    • Plano em fases com indicadores
    • Primeiros passos definidos com o patrocinador
    Gate · Patrocinador assina o plano
Caso real

No mercado financeiro: enxergar antes de escalar.

Gestora de recursosCliente confidencial

Imersão em 2026

A gestora atende várias frentes de negócio, entre fundos, gestão de patrimônio e produtos de crédito em implantação. Ao mesmo tempo, troca de plataforma: o sistema central dá lugar a uma nova ferramenta e passa a ser a base de um Data Lake. Duas squads, de sustentação e de novas features, com parceiros de outsourcing.

O que encontramos

  • Base sólida: squads com papéis claros, DOR e DOD definidos, QA dedicado em novas features e visão de arquitetura alinhada à estratégia de dados.
  • Sem indicadores de fluxo, prazo ou qualidade, e sem apontamento de horas: não havia como comparar estimado com realizado nem calcular retorno por entrega.
  • Orçamento da TI rateado entre as áreas, o que mistura quem paga com quem tem prioridade.
  • PO e analista de negócio divididos entre as duas squads, com o time técnico absorvido pelo discovery e sem espaço para débito técnico. Recomendamos proteger de 15 a 20% da capacity.
  • Passagem de obra entre construção e sustentação sem critério formal, e sustentação sem QA dedicado.
  • Roadmap anual refeito ao longo do ano sem ritual de repriorização, e retrospectivas sem a presença do time interno.

Um cenário comum em TI em transição, com base suficiente para evoluir: começar por enxergar para depois decidir, e decidir por evidência para depois escalar.

Mapa de maturidade

OperaçõesEm desenvolvimento

Kanban implantado e DOR e DOD definidos, mas cerimônias com pouca presença interna e priorização reativa.

PessoasEm desenvolvimento

Squads bem desenhadas, com dependência de outsourcing e perfis-chave compartilhados.

PerformanceInicial

Sem métricas de fluxo, capacity e previsibilidade, a gestão por evidência ainda não é possível.

QualidadeEm desenvolvimento

QA nas novas features e DOD definido, sem métricas de qualidade nem QA na sustentação.

CustosInicial

Sem apontamento, sem orçamento próprio e sem cálculo de retorno; o rateio gera distorções.

Como o mercado faz

Medir a TI todo mundo oferece. A diferença é sentar com o time e deixar um plano.

Plataforma de métricas mostra o que já está nos sistemas. Avaliação de modelo dá um nível contra uma norma. Nenhuma das duas diz o que o seu time faz na segunda-feira.

Plataforma de métricaspainel de engenharia
Avaliação de modelonível contra norma
DB1 Itênexassessment com plano
Funciona sem apontamento nem histórico organizado
Observa cerimônias e ouve cada papel
Avalia time interno e parceiros terceirizados juntos
Liga a TI a custo e retorno por entrega
Plano em fases com os primeiros passos definidos
Quem avalia entrega software sob o mesmo tipo de processo
Como contratar

Três formatos. Do retrato ao acompanhamento.

Comece pelo assessment. Se quiser apoio para aplicar, a Fundação vem junto. Para a TI que vai crescer ou trocar de plataforma, o programa acompanha a mudança com revisão mensal.

Para começar

Assessment

Para quem: Liderança de TI que precisa de um retrato honesto antes de decidir.

Imersão, mapa e plano

  • Imersão nas cerimônias, no Jira e no Confluence
  • Entrevistas com time interno e parceiros
  • Mapa de maturidade nos cinco pilares
  • Recomendações em quick wins e estruturantes
  • Plano em fases para a mudança, com os primeiros passos
Mais pedido

Assessment + Fundação

Para quem: Quem quer sair do relatório com os indicadores já rodando.

Assessment e primeira fase do plano acompanhada

  • Tudo do Assessment
  • Apontamento de horas configurado e treinado
  • Painel de fluxo e entrega no prazo por squad
  • Cerimônias e passagem entre squads ajustadas
  • Revisão do plano ao fim da primeira fase
Contínuo

Programa de Excelência

Para quem: TI em expansão ou transição de plataforma, que precisa escalar sem perder o controle.

Acompanhamento contínuo, com revisão mensal

  • Tudo do Assessment + Fundação
  • Consolidação de qualidade, custos e papéis
  • Expansão do time pelo método IA First
  • Revisão mensal com a liderança e as áreas de negócio

Escopo, duração e preço saem da primeira conversa, a partir do número de squads, parceiros e frentes de negócio.

Avaliamos processos de TI com o mesmo rigor com que o nosso é avaliado por quem é de fora.

  • CMMI DEV Nível 3 — Appraisal #59319
  • MPS.BR Nível C — Softex
  • ISO 9001 — empresa certificada
  • ISO/IEC 27001 — empresa certificada
  • Great Place to Work — Melhores Empresas para Trabalhar em TI, Brasil 2025
Próximo passo

Processo medido. Agora é escalar.

Perguntas frequentes

Antes de começar.

Isso é uma avaliação oficial CMMI ou MPS.BR?

Não. Uma avaliação oficial dá um nível contra o modelo e é conduzida por avaliador credenciado. O nosso assessment usa a experiência de quem é avaliado nesses modelos (somos CMMI DEV/3 e MPS.BR nível C) para entregar um plano prático. Se a certificação for o objetivo, o assessment ajuda a preparar o caminho.

Apontar horas não é microgerenciar o time?

O apontamento serve para saber quanto custou cada entrega e comparar estimado com realizado, não para avaliar pessoas. A própria pesquisa DORA desaconselha usar métrica como meta individual ou para ranquear times, e seguimos essa linha. O dado é da squad e da demanda.

Nosso time é terceirizado. Faz sentido?

Faz, e é onde mais aparece valor. Avaliamos time interno e parceiros com o mesmo critério, inclusive quem decide o quê entre eles, como as cerimônias são conduzidas e como é a passagem entre squads. A recomendação pode incluir consolidar fornecedores.

Por que reservar capacity para débito técnico?

Porque, sem proteção, discovery e urgências consomem todo o tempo do time técnico e o sistema fica mais caro de manter. No caso da gestora de recursos desta página, recomendamos de 15 a 20% da capacity da squad de novas features, blindada contra interrupções.

Onde entra a IA?

Na fase de escala. Com o fluxo medido e a qualidade protegida, a expansão do time segue o método IA First do SDLC Agêntico: agentes de código com revisão humana. Pôr IA antes de medir só deixa mais rápido um fluxo que ninguém enxerga.

Como vocês tratam o acesso aos nossos sistemas e dados?

Pedimos só leitura do Jira e do Confluence e acesso às cerimônias. Trabalhamos sob processo certificado ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701, com acordo de confidencialidade. Por isso, o caso desta página aparece sem o nome do cliente.

Como começar

Um diagnóstico sob medida. Um plano para destravar o seu time.

Conte como a sua TI está organizada hoje e o que vem pela frente. A proposta sai com escopo e agenda fechados.

  • Conversa com quem conduz assessments de TI e entrega software sob processo avaliado
  • Escopo pelo número de squads, parceiros e frentes de negócio
  • Relatório, mapa de maturidade e plano que ficam com você

Fale com um especialista